(Foto: Divulgação)
Ao pensar em Amazônia, rios e povos da floresta, o primeiro meio de transporte que vem à mente é a canoa. De locomoção a diversão, o objeto tornou-se a base da canoagem, um esporte cujas primeiras competições datam do século XIX, na Bélgica. Quase 150 anos depois, a prática se modernizou e agregou regras e instruções de segurança.
Hoje, os equipamentos são construídos em resina de poliéster reforçada com fibra de vidro, em sua maioria, ou mesmo em resina epóxi com kevlar ou fibra de carbono, e ainda plástico injetado ou rotomoldado-polietileno. Tudo para que as canoas (ou caiaques,o que o usuário preferir) ofereçam exercícios físicos, animação e deleite com a natureza aos praticantes. No Pará, o ambiente favorável e a diversidade de rios só exigem atenção e alguns cuidados básicos para dar início à brincadeira.
ONDE PRATICAR
Ilha do Combu: 30 minutos distante de Belém, a Ilha do Combu é um dos refúgios mais próximos para quem foge do centro urbano em busca de um ambiente natural. A tranquilidade e a posição estratégica, do outro lado da baía do Guajará, permitem ainda uma visão panorâmica da orla de Belém. Além da estrutura razoável e de transportes regulares - ainda que autônomos- para o local, os furos e igarapés são atrativos para quem visita a ilha. Empresas regularizadas promovem atividades de canoagem, em roteiros com diferentes níveis de dificuldade. Além do Combu,outros locais abrigam espaço adequado ao esporte, como o lago Maicá, em Santarém, as corredeiras de São Luís, próximas a Itaituba, e sede do Circuito de Canoagem e Rafting no rio Tapajós, Abaetetuba, onde é realizada a Porfia de Canoagem, e a Cachoeira do Ó, a 35 quilômetros de São Domingos do Capim.
IMPERDÍVEL: Na Ilha do Combu, almoce na Saldosa Maloca, restaurante especializado em peixes e frutos do mar.
ARTIGOS NECESSÁRIOS
Capacete
Coletesalva-vidas
Caboderesgate
Remo
DICAS
Mesmo conhecendo o rio, é necessário conferir a previsão do tempo, já que as condições das corredeiras podem mudar com as chuvas.
Caso chova, espere em terra. Nunca tente retornar.
Não vásozinho.
Além do colete salva-vidas, use protetor solar, roupas com proteção UV e, se necessário, repelente.
Prefira caiaques nas cores vermelho, laranja ou amarelo, assim como suas roupas e colete, para que facilitem a sua visualização em situações de resgate.
Procure a orientação de instrutores para aprender as manobras básicas do seu equipamento.
(Diário do Pará)
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