(Foto: Divulgação)
Enfrentar o desconhecido, superar limites, impor estratégias de acesso, dominar a natureza. Quem gosta de carro e aventura deve participar de um rally. E se você não é expert em automobilismo, não se preocupe. Existem competições de diferentes tipos, para duplas e equipes, rallies de estrada e de estágio. Os de estágio são considerados a forma profissional do esporte, quando as competições de velocidade
ocorrem em trechos de estrada fechados ao tráfego. Já os rallies de estrada são a forma original do esporte, disputadas em rodovias abertas ao tráfego normal, no qual a ênfase não é a velocidade máxima, mas a administração do tempo e da navegação. No Pará os eventos têm crescido e já estão presentes até em calendários internacionais.
IMPERDÍVEL: Conhecer a praia do Caripi e se hospedar na Casa da Árvore, disponível no Samaúma Park Hotel
ONDE PRATICAR
Barcarena (Rally da Alça): É um rally de regularidade com um percurso de aproximadamente 300 quilômetros. Além de Barcarena, a competição percorre regiões e ramais ainda não explorados nos municípios de Marituba, Acará e Moju. É mais indicado a grupos mais
experientes, pela dificuldade do trajeto. Já o Rally do Sol, em Salinas, se consolidou por permitir todo tipo de carro, inclusive o de passeio.
Uma vez ao ano, as bacias do Marajó e de Guajará são desbravadas por velejadores estrangeiros, a maioria francesa, num evento denominado Rallye du Soleil.
ARTIGOS NECESSÁRIOS
Carro adaptado às condições do trajeto
GPS
Hodômetro
Canetas e calculadoras
Cronômetro
DICAS
Ao usar o hodômetro original do carro, lembre-se que “patinar” os pneus irá fazêlo girar, porém seu carro terá ficado parado. Essa diferença de medida pode fazer uma diferença enorme. O ideal é usar um hodômetro ligado a uma roda não motriz para não ter problemas neste sentido.
É importante existir uma boa afinidade entre piloto e navegador, pois a desconcentração ou qualquer assunto aleatório poderá prejudicar uma boa performance.
A primeira prova sempre será um pouco confusa, por isso não fique frustrado no início.
O mais importante é chegar ao final de uma prova. Em uma estreia, não errar o caminho já pode ser considerado uma ótima prova.
(Diário do Pará)
10/07/2011 | Trekking: Prontos para uma caminhada?
10/07/2011 | Windsurf & Windskate: ao sabor do vento e da maré
10/07/2011 | Surfe: Em busca da onda perfeita
10/07/2011 | Raftfting: É a vez dos corajosos!
10/07/2011 | Mergulho: Amazônia submersa
